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Diário do Património 2011

As aventuras diárias, contadas pelos participantes


"O Nosso Acampamento"

As memórias dos Monitores!





Julho é, sem dúvida, um mês muito especial para a Jovem Coop. Uma das suas actividades mais dinâmicas “O Nosso património” oferece a oportunidade única aos nosso jovens de ocupar parte das suas férias em actividades lúdicas e, simultaneamente, didácticas (termos, por vezes, difíceis de conciliar).

A VII edição desta actividade revelou-se uma enorme surpresa tanto para monitores como para participantes dada a sua evolução no que toca aos seus locais de visita. Com a preciosa colaboração de diversas entidades associadas e apoiantes das causas defendidas pelo “O Nosso Património” conseguimos ter acesso a informações, conhecimentos e sensações impossíveis para a população em geral. A entrada na Casa/Recolhimento das Convertidas, a visita aos laboratórios da Signinum, a oportunidade de ver um futuro Museu de Rádios e a descida pelas galerias das Sete Fontes foram os pontos altos desta edição.

Terminado o trabalho e chegada a sensação de “missão cumprida” chega também a hora dos cooperantes partirem para novas aventuras e alcançarem novos horizontes. Monte Córdova, uma das mais históricas freguesias da cidade de Santo Tirso, foi o local escolhido para o acampamento que encerrou as actividades anuais de “O Nosso Património”.

Pouco passava das 10 horas da manhã do dia 27/07 quando, munidos de malas, bagagens e espírito cooperante, começámos a nossa viagem (no autocarro gentilmente cedido pela “Bogalha”).

Chegados ao nosso destino deparámo-nos com uma agradável surpresa. Um amplo terreno com árvores, de uma sombra brutal, esperava por nós. Enquanto monitoras mais curiosas se encarregaram de “explorar” as instalações, o restante grupo encarregou-se de fazer com que o entusiasmo dos participantes não esmorecesse (se há coisa em que a Jovem Coop é especialista é em alegrar os seus cooperantes e nunca permitir “tempos mortos”). Reunido todo o grupo chegou o momento mais característico e sem o qual acampamento algum é possível…a montagem das tendas. Tratou-se de uma demonstração viva de cooperação onde monitores e participantes trabalharam de igual modo. Erguidas as nossas “casas”, a brincadeira continuou numa dinâmica que pôs à prova a capacidade dos nosso participantes reconhecerem vozes distorcidas! Já instalados, partimos para o “almoço dos guerreiros” nas carrinhas gentilmente cedidas pela junta de S. Victor e conduzidas pelos nossos motoristas de serviço, Francisco Maia e António Peixoto.

Regressados ao nosso acampamento chegou o momento de deixar a nossa marca, de marcar o “nosso” território. E como qualquer grupo que se preza tem uma bandeira que o representa, os nossos trataram de elaborar as suas. A originalidade foi tanta que não foi possível atribuir um “primeiro lugar”. Destaque apenas para a bandeira dos monitores, a única bandeira elaborada sem todos os elementos presentes uma vez que quatro deles tiveram que partir confirmação dos locais a visitar, no entanto o seu contributo foi vital na medida em que não partiram sem antes dar uma panóplia de ideias criativas.

Enquanto no acampamento se elaboravam bandeiras, na estrada outros cooperantes seleccionavam actividades para o dia seguinte. Foi no Centro Interpretativo do Castro do Monte Padrão que chegámos à fala com o Sr. Rogério Alves, técnico de arqueologia, que nos deu dicas fundamentais para a escolha das actividades. Regressados ao acampamento chega a hora de preparar os acessórios para um dos momentos mais gratificantes em dias de actividades efectuadas com uma proximidade considerável do pó…o banho!!! Banho seguido de jantar é, então, uma pequena (grande) maravilha.

Voltámos ao Restaurante Benjamim para o jantar. Este restaurante funcionou para nós como o ponto de reunião, que nos permitia o descanso e o repasto.

Na primeira noite, timidamente, saímos cedo, porque tínhamos chegado tarde devido a imprevistos com os banhos (deslocação, por grupos, aos balneários do Campo de Futebol de Monte Córdova).

Sem pressa, dirigimo-nos para o local do acampamento, onde reunimos todo o grupo no palco, para darmos início aos jogos de grupos e dinâmicas nocturnas. Houve cantoria, guitarradas, jogos e espaço para reflexão. Todos cansados após um primeiro dia enérgico, lá fomos para as tendas descansar. Como é normal, dentro das tendas, houve ainda mais conversa e risos, que quebravam o silêncio da noite, mas que caracterizam o bom espírito de um dia bem passado.

Ainda o sol esfregava os olhos quando as tendas começaram a abrir-se. Cooperante não tem dificuldade alguma em acordar cedo. Pequeno-almoço tomado, partimos para a visita do Castro do Monte Padrão. Foi uma caminhada curta mas bastante suada dado o calor que se fazia sentir. Mais do que ruínas de um castro de elevado interesse arqueológico aquele local prima pela beleza natural. Seja para passeios, piqueniques, ou meros refúgios o Monte Padrão é, de facto, um lugar privilegiado e a Jovem Coop uma associação privilegiada por lá ter estado.

Mais um almoço, mais um momento de diversão. Para este dia os monitores guardavam uma surpresa que não conseguiu ser mantida em segredo…a ida à piscina. A ansiedade aumentava e só teve fim com o primeiro mergulho. Competições, acrobacias, partidas, monitores a ensinar outros a nadar, houve de tudo um pouco nesta tarde que terminou com mais um banho e que deu início a mais uma noite iniciada com um jantar.

Quem passasse pelo Restaurante Benjamim podia julgar que de um casamento se tratava, mas não, era nada mais nada menos que um conjunto de vozes de cooperantes a unir esforços para fazer de um karaoke um dos momentos mais divertidos do acampamento. Depois de uma salva de palmas efusiva aos donos do restaurante voltámos ao acampamento. A escuridão era apenas quebrada pelas luzes das nossas lanternas ( a luz que marcou estes dias).

Eis se não quando surge uma ideia iluminada do monitorado, porque não fazer um peddy- paper? Participantes totalmente às escuras em busca das luzes das lanternas dos seus monitores. Nove perguntas certas equivaliam a nove peças que juntas formavam os símbolos de cada um dos grupos. Foi a diversão total. Até o pequeno cão Rico ( uma alusão ao nosso coordenador geral) se juntou à festa. Reunidos em volta da fogueira improvisada (com lanternas) acalmaram-se os ânimos e: Boa noite cooperantes, amanhã é outro dia.

A última manhã começou de uma forma bastante diferente para duas monitoras acordadas com o suave toque da sua tenda nas suas cabeças. E não, não se tratou de uma partida dos participantes. Monitor também faz partidas. No entanto, vê-se aqui um ponto positivo, a manhã era dedicada ao desmontar das tendas e esta já estava bastante mais adiantada. Cooperação posta à prova conseguiu-se verificar a capacidade que todos os nossos jovens têm de trabalhar em grupo.

O último almoço teve a presença ilustre dos Presidentes das Juntas de S.Victor e Monte Córdova que de forma tão meritória trabalharam em cooperação para nos proporcionarem as melhores condições possíveis.

Despedidas feitas, chega a hora do regresso à nossa cidade. Braga esperava-nos e ainda nos proporcionou uma tarde fantástica no Bom Jesus onde pudemos trocar opiniões acerca do acampamento e deliciarmo-nos com o ex-líbris do Verão…os gelados.

Ficam memórias fantásticas e mais uma prova que trabalho sério e vital para a protecção do passado e o assegurar do futuro não são antónimos de diversão profunda.


Marisa- Monitora


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"O Nosso Património"

do ponto de vista dos Monitores!






Bem, depois deste mês recheado de actividades dentro do nosso projecto mais acarinhado apelidado de “O Nosso Património” em parceria com a Junta de Freguesia de S. Victor, acho que também ele é merecedor de, além dos textos diários dos participantes, um texto que encerre esta actividade escrito pelo monitorado.

No dia que visitamos as Sete Fontes, no caminho para a Junta, já atrasados uma hora e meia (imprevisto que acontecem quando há muito ânimo e ânsia de querer ver sempre mais), surgiu-me um texto de como é ser monitor, vou ver se ainda me lembro das palavras e do texto que construi:

Ser monitor é ter o papel de conduzir as actividades e dinâmicas a bom porto.
Ser monitor é mostrar não ter medo quando por dentro estamos assustados.
Ser monitor é mostrar segurança quando alguma coisa não corre como prevemos e contornar a situação de modo a que não se falhe.
Ser monitor é às vezes não saber muito bem o que vai fazer, mas ter sempre a convicção para não o deixar transparecer.
Ser monitor é guiar os participantes mesmo que estejamos desnorteados no caminho.
Ser monitor é não parecer que tem fome às 13.30 quando efectivamente anseia por um almoço.
Ser monitor é não parecer cansado quando efectivamente mal dormiu por estar a preparar actividades e estar a necessitar de uma sesta da tarde para à noite preparar outras actividades para o dia a seguir.
Ser monitor é manter o ânimo quando vemos que os participantes esperam mais e não o estão a receber.
Ser monitor é exigir respeito e respeitar.
Ser monitor é fazer com que os participantes se divirtam, mesmo que esteja num dia péssimo.
Ser monitor é não transparecer os problemas pessoais e dedicar-se aos dos participantes.
Ser monitor é ensinar e contribuir para parte do crescimento dos participantes.
Ser monitor é dar do nosso tempo e no fim ser retribuído com o carinho dos participantes e a sensação de missão cumprida.

Isto foram algumas palavras que me lembrei na altura e me lembrei agora. Tudo para dizer parte do que é ser monitor. Na minha opinião esta é a actividade porque temos mais carinho na JovemCoop.
É também a actividade que temos que nos “tira” maior tempo e dedicação, algo que no fim nos é retribuído com as palavras dos participantes, os seus gestos e aquilo que nos oferecem.

É uma actividade que vale a pena pelo valor educativo e o poder de ajudar a melhorar mentalidades que tem.

É uma actividade onde se aprende de uma forma divertida mas onde não se brinca com o que é importante.

É uma actividade que “se aproveita” da importância que estas idades têm para a sociedade e o papel que vão ter no futuro.
Esta geração pode não só mudar o nosso futuro como influenciar o nosso presente, por exemplo através dos pais. No fundo esta é uma actividade de mudar mentalidades que nem sempre são as melhores e isso nota-se durante todo o trabalho que temos durante o mês de Julho ao inventariar aquilo que temos e ver o risco eminente de desaparecer.
Falo na minha pessoa quando digo que adoro as Sete Fontes, que elas são as “meninas dos meus olhos” e que me dá uma satisfação enorme em ajudar a protegê-las.
Durante esta actividade “O Nosso Património” deu-me pessoal satisfação de ver e perceber que as Sete Fontes foram acarinhadas pelos nossos participantes que estavam desejosos de lá entrar e adoraram o Monumento Nacional.

Por último é importante falar na actividade de encerramento d’ ”O Nosso Património”: o nosso acampamento. Foi realizado em Sto. Tirso, na freguesia de Monte Córdova. Temos a agradecer esta estadia ao Presidente da Junta de Monte Córdova e ao Presidente da Junta de S. Victor que, em parceria, nos proporcionaram três dias e duas noites muito divertidas e cheios de peripécias. Desde a montagem das tendas que muitos dos participantes nunca o tinham feito ao peddy-paper nocturno, houve muita diversão e momentos de reflexão. Sem contratempos maiores acho que os participantes se portaram muito bem e que todos nos divertimos bastante.

Antes de acabar este texto temos agradecimentos a fazer em nome da JovemCoop ao Presidente da Junta de Freguesia de S. Victor não só pelo acampamento mas também por esta maravilhosa parceria que tantos frutos tem dado e que já se vem repetindo há sete edições. Agradecemos o acolhimento desta actividade dentro de portas da Junta, o transporte e a disponibilidade que tem para nós. E por fim queremos agradecer aos participantes, que são cada vez mais, pelo seu empenho, dedicação, respeito e diversão com que nos brindaram todo este mês. Obrigada é por vocês e para vocês que esta actividade continua.


Inês Barbosa @k@ Né - Monitora

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Dia 26 de Julho

17º dia de actividade



Hoje, o dia de Património foi muito especial, principalmente para mim, porque eu nunca tinha entrado nas Sete Fontes ...

Quando chegámos à Junta de Freguesia de S.Victor, reparei que quase toda a gente tinha trazido as lanternas para entrar nas Sete Fontes... Infelizmente não fizemos nenhuma dinâmica de grupo porque, como tínhamos de ir a pé, não houve tempo.

A caminhada foi muito longa e cansativa, porque ir para os lados do novo Hospital de Braga, a pé com e muito calor, não é brincadeira xD.

Finalmente lá chegámos às Sete Fontes, onde fomos recebidos pelo Agueiro responsável pela manutenção do Complexo das Sete Fontes, o Sr. Joaquim Peixoto. Explicou-nos quem mandou construir esse monumento, o que significava o brasão do Arcebispo numa Mãe d´Água, etc...
Interessa lembrar que as Sete Fontes foram construídas entre 1744 e 1752, pelo Arcebispo D. José de Bragança, para dar abastecimento de água à cidade de Braga. As Sete Fontes são compostas por canalizações e galerias por onde circula a água e também por edifícios chamados “Mães d’Água” onde se reúnem as águas e a canalizam para uma condução central.
A seguir, veio o momento mais esperado por todos nós, ENTRÁMOS na Mãe d’Água do Dr.Alvim de Cima.

Estava muito escuro, havia muita gente e pouco espaço, fomos todos em fila indiana até ao respiro daquela fonte... De seguida, voltámos tudo para trás, todos aflitos porque vimos vários animais desde cobras a lesmas.

Entusiasmados, entrámos noutra galeria e fizemos um percurso até atingir um novo respiro.

Saindo dessa fonte, fomos até à Mina dos Órfãos, onde o Sr. Joaquim nos teve a explicar o motivo pelo qual foi construída.
Andámos mais um pedacinho e fomos dar à Mãe d’Água do Dr. Sampaio, onde, por sua vez, entrámos também mas o seu caminho era mais pequeno, logo, saímos dali mais rápido...Aqui vimos uma canalização em ferro e um desenho do pináculo numa das paredes. De seguida, passamos pela Mina do Dr. Nozes.

Por fim, fomos até à última fonte, que passava por baixo do novo Hospital de Braga... Aí, bebemos e enchemos garrafas para dar força para a viagem de regresso.

Já todos estourados de tanto cansaço físico, lá conseguimos voltar inteiros para a Junta, realizando, assim, o último dia de “O Nosso Património”, antes de irmos para o acampamento em St.º Tirso ...

Até para o ano, e aqui vai o também o último texo do diário da JovemCoop !


Chiquinho Belo
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Dia 25 de Julho

16º dia de actividade



Encontro marcado em "O Nosso Património", pelas 9h30min da manhã.

Os monitores convidaram-nos para ir para o espaço exterior da Junta, porque era actividade surpresa! E foi mesmo, porque estava um autocarro à nossa espera para irmos até ao local da actividade.

Fomos até Este S. Pedro, à casa do Senhor Manuel Luís, que nos mostrou a sua esplêndida colecção de rádios antigos.

Ensinou-nos um pouco da história de rádios e mostrou-nos o interior dos rádios e as peças antigas dos rádios comparando-as com as mais recentes cujo o tamanho é cada vez mais pequeno. Vimos rádios, componentes destes, mas também manuais para consertar rádios, e, muito interessante, cartazes publicitários muito antigos, das marcas de rádios.

Naquele espaço, com estas brilhantes explicações, vimos de tudo, até rádios de colecção limitada, como o da Barbie e um rádio da marinha britânica que na verdade eram dois rádios (se um avariasse, o outro salvava as comunicações).

Depois de tudo isso pôs música num do rádios e com auxílio de um emissor, propagou o sinal para todos os outros rádios que estavam sintonizados naquela frequência. Devo dizer que o som era verdadeiramente extraordinário.

Em seguida demos uma volta para ver os rádios mais de perto - há ali de tudo, desde pequenos rádios até grandes rádios com mais de 100kg!!

É, verdadeiramente, uma colecção fantástica com mais de 1800 rádios, a justificar umas instalações mais dignas, o que devia gerar um Museu dos Rádios em Braga.


Ricardo@k@Ratinho


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Dia 22 de Julho

15º dia de actividade



Hoje, como sempre, encontro marcado no Nosso Património, pelas 9h30min. Como o Rico já nos tinha dito no dia passado, iríamos passar a manhã na fábrica da Signinum.
Sendo assim, não tendo tempo para dinâmica de grupo, estivemos até às 9h.50min na Junta, indo a essa hora para o autocarro que nos esperava lá fora.
Quando chegamos à Signinum, a nossa colega Ana Ferreira explicou-nos o que era a Signinum, dizendo-nos que :

- A Signinum - Gestão de Património Cultural é uma empresa de espírito jovem, administrada por pessoas creditadas na conservação, reabilitação e valorização do património cultural. É uma empresa atenta às mais inovadoras soluções para suprir as necessidades de inventariação, diagnóstico de carências, conservação e restauro, reabilitação e dinamização do nosso património religioso e cultural.
Na Signinum cada monumento, conjunto ou sítio do nosso património é entendido em toda a sua identidade. ( retirado do site da Signinum : www.signinum.pt ).


Depois de tudo isto, fomos para dentro das suas instalações e todos os grupos dividiram-se, indo cada um para categorias ( ou espaços ) diferentes!

Havia 3 categorias de trabalho :

-A conservação e restauro onde a técnica Sara nos explicou como conseguir restaurar ou conservar várias imagens, sendo elas maciças, ocas, etc. Falou-nos também do tipo de bichos que comiam a madeira podendo ser térmitas, etc.

-A reabilitação onde o técnico Pinto nos explicou como conseguir voltar a arranjar ou, mais propriamente, reabilitar altares. Ele disse-nos que quando iam a tirar o altar da igreja ou da capela tinham de desmontá-lo todo e depois voltar a montar. Falou-nos também como esculpir uma estátua ou uma peça dum altar, copiando a original. Aprendemos, ainda, a técnica de douramento de peças, que pode ser a brunido ou por colagem.

-Depois havia a outra parte que também podemos chamar conservação e restauro ( como no 1º ponto ), onde técnica Carla nos explicou o que fazer com quadros que se estragam devido aos problemas atmosféricos, pois quando isto acontece a tela pode ganhar "ondinhas". Disse-nos também o que fazer se a tela tiver buracos.

Acabando tudo isto viemos para fora da fábrica e tivemos o nosso tempo para o nosso lanchinho!
Ao ir embora, a nossa colega Ana veio cá fora e agradeceu-nos pela nossa presença!
Foi um dia espectacular onde ficamos a saber como conservar ainda melhor o NOSSO PATRIMÓNIO! =DD


João Esteves


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Dia 21 de Julho

14º dia de actividade



Casa - Recolhimento das Convertidas, foi hoje o local muito antigo que nós, jovens cooperante acompanhados pelos monitores, fomos visitar.

A casa das Convertidas foi fundada em 1722 quando o arcebispo Dom Rodrigo de Moura Teles decidiu comprar casas, junto à antiga capela de São Gonçalo, fundando um recolhimento dedicado à Santa pecadora Maria Madalena, para albergar doze mulheres “convertidas a Deus por livre vontade, arrependidas de coração dos seus erros “… A mesma era utilizada para albergar e corrigir mulheres pecadoras e para as indicar para uma boa vida. Este edifício era também utilizado para interligar as ruas, marcando um novo acesso entre o Campo de Sant’Ana e a Igreja de S.Vicente.

Pelas dez horas chegámos a Avenida Central, à Casa das Convertidas e o que logo cativou olhares foi o átrio, em pedra e escuro e uma roda que servia para recolher recém-nascidos e ofertas para as convertidas. Tivemos uma breve explicação da Né e depois pudemos conhecer parte da casa.

Infelizmente não podemos conhecer o piso superior pois está em perigo de ruína. Com o conhecimento do Rico e da Né pudemos conhecer o jardim tal como a cruz Patriarcal, peças de pedra que servia como canalizações das águas que vinham das Sete Fontes e, surpreendentemente, um tanque com uma pia em forma de sepulcro em pedra.

Depois pudemos conhecer a Capela que outrora foi aberta também ao público e onde vimos, tal como sentimos, como era a vida das convertidas que ali viviam. Tinham de assistir à missa e arrepender-se dos seus pecados por umas portas com grades de ferro e gelosias (a lembrar a casa dos Crivos) e não tinham nenhum acesso à vida pública.

Assim, depois de recebermos as informações necessárias, juntámo-nos em grupos e fizemos o inventário sobre várias relíquias e antiguidades da Capela sobre o olhar atento dos senhores responsáveis pela Casa das Convertidas.

Na minha opinião, foi uma boa visita onde pudemos dar valor às Antiguidades da nossa cidade que infelizmente não recebeu os devidos cuidados e está agora em perigo de ruínas. Situada no centro da cidade deveria ser um edifício que incitasse orgulho aos bracarenses e que tivesse um bom perfil cultural e turístico mas invés, é um edifício que a nossa cidade desonra.

Catarina Maia
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Dia 20 de Julho

13º dia de actividade



O Projecto “O Nosso Património” da JovemCoop, em colaboração com a Junta de Freguesia de S. Victor tem vindo a desvendar a nossa cidade.

Para além das actividades propostas, fazemos também dinâmicas de grupo e estas proporcionam uma maior empatia com todos os participantes e monitores.

Hoje, dia 20 de Julho de 2011, iniciámos o nosso encontro bem juntinhos, ou seja, a nossa dinâmica de grupo era simplesmente o estarmos deitados no chão, bem juntinhos, impulsionando o “Ratinho” de corpo para corpo. Contudo, não correu com previsto, e por isso “ trocamos o Ratinho” por uma moeda.

De seguida dirigimo-nos para o largo Senhora-a-Branca onde se encontravam as crianças da Bogalha (dos 6 aos 12 anos)…hoje íamos nós fazer de monitores dos participantes da Bogalha e mostrar-lhes alguns sítios de interesse patrimonial da freguesia. Estas foram divididas em grupos de 6,distribuídas assim por os monitores e pelos nossos grupos.
Após este encontro fomos à Igreja da Senhora-a-Branca e a Né contextualizou a sua história.

Depois fomos à Igreja de S. Victor onde ouvimos a sua contextualização e ficámos a perceber a sua história olhando apenas para os azulejos azuis e brancos.

Seguidamente, fizemos uma pequena caminhada até a casa das Goladas, esta está à venda e poucas são as pessoas que têm noção do quão importante é.

A Casa das Goladas, na minha opinião, devia ser restaurada, isto é, a reconstrução desta casa poderá contribuir para o aumento cultural da cidade de Braga. Com tudo isto, quero dizer que talvez a tornasse numa casa temática proporcionando assim uma melhor socialização entre jovens, crianças e pessoas com mais experiência de vida.

Em cada divisão propunha a contextualização de vários ambientes: uma galeria, ambientes de aprendizagem profissional, ambientes lúdicos e terreno de cultivo.

Não sendo um simples ATL, mas sim algo com que possamos todos lucrar, aproveitando assim a sua estrutura lindíssima.
Já no final desta manhã, fomos de encontro à Capela de S. Victor-o-Velho onde vimos a pedra da sua degolação (notei alguma curiosidade das crianças tentando ver vestígios de sangue do mesmo).

Por fim, fomos levar as crianças à Bogalha.

Foi uma manhã muito interessante e construtiva pois tive uma visão daquilo que é ser monitor.

Carolina Peixoto
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Dia 19 de Julho

12º dia de actividade



Hoje reunimo-nos na Junta Freguesia de S. Victor, às 9:30, como de costume. De seguida, começámos por continuar o trabalho anterior que era acabar a identificação do Palacete Matos Graça, também conhecido por Palácio da Senhora-a-Branca ou Rocha Veloso, que tínhamos iniciado o registo no dia anterior.

Após este trabalho, dividimo-nos pelos grupos, pois iríamos a lugares diferentes para conseguir identificar mais sítios do que o habitual, como, por exemplo, a antiga fábrica de sabonetes, a Confiança, a antiga Casa Castelo de Guadalupe, destruída e que deu lugar a um recente empreendimento, várias casas com muito valor histórico na freguesia, várias estátuas de estilo emigrante (sobretudo de origem mitológica e dedicadas ao Comércio e Indústria) que se encontravam por cima de algumas casas na rua de S.Victor, umas fontes históricas na região.

Depois voltámos para a sede da Junta para terminarmos outro dia de "O Nosso Património" da Jovem Coop. Infelizmente o nosso património está a começar a ficar abandonado porque as pessoas estão a perder o interesse nos monumentos mais fabulosos que já alguma vez eu vi.


Catarina Pacheco--------------------------------------------------------------------------------------------------

Dia 18 de Julho

11º dia de actividade



Hoje reunimo-nos todos na Junta de Freguesia de São Victor, como tem sido hábito. Começámos por fazer uma dinâmica em que havia várias filas, e o último elemento era o único que não tinha os olhos fechados e era o que comandava. O objectivo do jogo era unir todas as filas numa só. A seguir fizemos outro jogo em que havia duas rodas, e cada um tinha de fazer o reflexo da pessoa à sua frente.

Seguidamente, vimos algumas fotografias antigas da cidade de Braga, numa projecção apresentada pelo Rico.
Aqui vimos como a cidade foi mudando e como houve sítios de interesse histórico que foram destruídos e outros sítios que hoje estão abandonados e que mereciam ser conservados e ter novas utilidades.

No fim da apresentação powerpoint, fomos ver alguns desses sítios. Começámos pela Casa das Goladas na Rua D. Pedro V, edifício bonito, de estilo emigrante brasileiro, dos finais do Séc. XIX.

Fizemos o respectivo registo e por fim fomos ao Palácio Rocha Veloso ou Matos Graça, no Largo da Senhora-a-Branca onde só fizemos o registo fotográfico pois não havia tempo para mais. Infelizmente, temos a certeza que voltaremos a ver mais sítios bonitos e com valor histórico que estão em ruínas e que podiam ter melhor utilização.

Miguel Dias--------------------------------------------------------------------------------------------------

Dia 15 de Julho

10º dia de actividade



O Santuário de Porto D'ave é situado na freguesia de Taíde no conselho da Póvoa de Lanhoso, e foi para aí que a JovemCoop se dirigiu hoje de autocarro.

Quando chegamos lá,estava uma amiga de nome Ana Ferreira, técnica da empresa de restauro Signinum, que nos esteve a explicar a história deste santuário.

Foi construído em 1730 para acolher a imagem da Nossa Senhora do Rosário, mas actualmente foi remodelada em 1868/69, pois estava infestada por térmitas que estavam a comer a parede por dentro, e já estava num estado tão avançado que já se começava a notar por fora.

Os azulejos que estavam nas paredes, como já eram antigos, caíam e as pessoas voltaram a coloca-los à sorte e por isso alguns estavam trocados, etc.

Ao fim de estarmos a ouvi-la a explicar-nos a história de Porto D'ave fomos apreciar melhor a igreja.

De seguida, fomos lanchar pois tínhamos um escadório para subir. Enquanto subíamos, ia-nos aparecendo algumas fontes, capelinha, e um mini jardim. Na fonte do Chinês, alguns de nós pararam e beberam de lá água, pois diz a lenda que quem beber daquela água voltará a Porto D'Ave.

Quando chegamos ao topo do escadório, havia um chafariz, mesas com bancos, e nós aproveitámos o tempo e descansámos um pouco enquanto que o Ricardo/Rico nos andava a tirar fotos como lembrança.

Ao fim de algum tempo de repouso voltamos para a Junta de Freguesia de S. Victor, todos alegres a cantar.


Helena--------------------------------------------------------------------------------------------------

Dia 14 de Julho

9º dia de actividade



Como tem vindo a ser habitual, encontrámo-nos na Junta de Freguesia de S. Victor onde, após a apresentação a um novo membro, o Rico alertou-nos para os perigos de andar a pé junto à estrada, isto porque o dia de hoje reservava-nos um longo percurso a pé!

Começámos a nossa longa caminhada tendo como destino a Capela do Senhor dos Milagres, que ficava bastante longe.

A caminhada foi a parte mais dificil devido ao sol e às ruas sempre a subir...a disso foi o convívio com os nossos amigos e monitores, o que é sempre bom.

Quando chegámos fizemos uma pausa, merecida, para comer e beber. Assim que acabámos, a Né fez uma breve introdução à capela, de seguida começámos a inventaria-la. É uma capela pequenina, mas com muito valor patrimonial e histórico.

Foi mandada construir por um Senhor que, segundo a lenda, foi para o Brasil e disse que se a vida lhe corresse bem ele iria construir uma capela.

Quando acabámos, descemos até à Capela do Senhor do Alecrim, que está ao abandono e num péssimo estado. É triste saber que parte do nosso património se encontra nesse estado.

A volta para a Junta foi feita de autocarro por isso foi calma e nada cansativa.

Mais um dia acabou e agora temos que nos preparar para o próximo.

Luis Pedro

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Dia 13 de Julho

8º dia de actividade



Hoje, dia 13 de Julho, reunimo-nos todos no ponto de encontro (Junta de Freguesia de S. Victor) às horas combinadas, 9:30h.

Depois de estarmos todos reunidos, entregámos os nossos “Passaportes” e fizemos mais uma dinâmica de grupo. Depois da Né nos ter escrito um número ou uma letra na mão começámos o jogo do peixinho em que nós éramos as cartas e os monitores os jogadores.

Primeiro tínhamos de nos misturar todos e quando algum monitor nos chamava tínhamos de ir para a beira deles com o objectivo de fazermos quatro “cartas” iguais. Acabado esse jogo trocámos de jogadores (dois rapazes e duas raparigas foram para o lugar dos monitores e vice-versa).

Quando acabámos o jogo, partimos para a Capela de Guadalupe para completarmos o levantamento (tirar fotos, medir, desenhar). Depois de terminar a actividade o Grupo 1 ficou encarregue do levantamento das escadas que dá acesso ao portão de entrada para o Monte Reduto e a Capela de Guadalupe e os restantes grupos ficaram encarregues de fazer o levantamento do Campo Novo.

O Campo Novo ou Praça Mouzinho de Albuquerque é uma praça situada na freguesia de São Vicente, em Braga. No centro da praça encontra-se uma estátua de D. Pedro V.
Além do jardim, destacam-se neste largo, uma fonte em granito.

Estão instalados nesta praça, entre outras instituições, o Patronato de Nossa Senhora da Luz e o agrupamento de escuteiros de S. Vicente.

Depois de observarmos esta praça, uns grupos desenharam a estátua de D.Pedro V, outros ficaram encarregues da fonte e outros das casas que rodeiam o Campo Novo.

De seguida voltámos para a Junta de S. Victor.

E assim terminou o 8º dia do “Nosso Património” que apesar de cansativo foi divertido e enriquecedor.


Pedro Freitas

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Dia 12 de Julho

7º dia de actividade



Hoje fomos ao Seminário Menor ou Seminário de Nossa Senhora da Conceição fazer o seu registo e tirar mais algumas fotografias.

Como sempre, divididos por grupos, fizemos o registo de sítio e o fotográfico. Havia uma grande discórdia sobre qual era, afinal, o número de janelas e caixilharias mas chegámos a um consenso.
O Seminário é do séc. XIX e primeiro começou por ser uma casa que acolhia os pobres e sem abrigo e depois passou a ser um seminário que serve a diocese.

A seguir ao seminário fomos ver a Fábrica da Casa das Velas onde nos explicaram como as faziam e como adquiriam aquelas formas (bonecos; pernas; ornamentadas).

Uma das partes engraçadas de termos ido ver a fábrica foi um dos senhores que lá estava a trabalhar ter-nos deixado mergulhar os dedos na cera e, sinceramente, aquilo queimava, e muito, mas depois o resultado nos dedos com cera é bastante engraçado!

Finalmente, quando saímos fomos ver a Capela de Guadalupe. Esta Capela situa-se sobre uma colina em S. Victor e foi mandada construir pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles. A Capela é de 1725/1747 e o seu proprietário é a Irmandade. É uma capela de forma curiosa, composta por quatro meios círculos e outros quatro oitavos de círculo, com a entrada por um vestíbulo de três arcos. Sobre o arco principal encontra-se um nicho com a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe.

O altar-mor desta capela é atribuído ao famoso arquitecto André Soares. Houve, ainda, a oportunidade de registar várias imagens antigas, em madeira com acabamentos em “estufado”. São imagens muito bonitas, mas que carecem de uma intervenção preventiva porque se estão a desfazer.

No fim, regressámos à Junta de S. Victor, terminando, assim, o 7º dia de “O Nosso Património”.

Marta Teixeira

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Dia 11 de Julho

6º dia de actividade



No dia 11/07/11, 6º dia de “O Nosso Património” iniciámos o dia com mais uma dinâmica de grupo, esta de hoje muito divertida e que todos os participantes gostaram muito de realizar.

Depois de fazer a dinâmica de grupo, saímos da Junta de Freguesia de S. Victor e fomos até à Capela de Santa Tecla, sítio com grande tradição histórica e que merecia ser melhor estudado. À chegada sentamo-nos e a Monitora Né explicou-nos um pouco da envolvência histórica deste local.

As explicações transmitiram-nos informações para os levantamentos de sítio; Tirámos, ainda, várias fotografias à capela e de todo o seu interior (Altar, Imagens, etc). Depois de efectuado o levantamento fotográfico fizemos o inventário de todas as fotografias tiradas.

Ao fim de todo o trabalho realizado na Capela fomos até a Quinta de Santa Tecla que fica ao lado da Capela. Entrando neste espaço deparámo-nos com um lindo jardim e, por fim, como não podia deixar de ser, tirámos a habitual fotografia de grupo nas escadinhas da Quinta. :D

Houve, ainda, espaço para que alguns grupos inventariassem uma espécie arbórea daquele local, um sobreiro centenário, que é considerado Património Ambiental. Os elementos que estavam a fazer o registo do Sobreiro ainda abordaram algumas pessoas para tentar reunir mais informações, mas poucas pessoas passavam ali, naquela hora e, mesmo assim, quase ninguém conhece pormenores da história daquela arvora antiga.

Após tudo terminado saímos de Santa Tecla e dirigimo-nos, novamente, para a Junta de Freguesia de S. Victor. Como os trabalhos de inventariação decorreram de forma rápida, hoje chegámos cedo à Junta e deu tempo para realizar mais uma divertida dinâmica de grupo.

Desta forma, chegou ao fim mais um divertido e também muito trabalhoso dia de “O Nosso Património” .

Xico Cunha, Monitor em Estágio

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Dia 08 de Julho

5º dia de actividade



O dia de hoje começou com chuva e assim acabou, mas nem isso impediu que a nossa manhã de actividades se realizasse com sucesso.

Encontrámo-nos na junta (como o costume) e daí partimos para a Fonte do Ídolo. Vimos um vídeo de introdução ao monumento e uma guia explicou-nos tudo sobre ele. A Fonte do Ídolo é um santuário rupestre, que foi edificado no início do séc. I e é também conhecido por “Quintal do Idro”. Podemos observar várias inscrições, uma estátua (não se sabe se é feminina ou masculina) e observámos também uma edícula com a representação de um busto. Não se sabe ao certo o que é a Fonte do Ídolo, mas existem duas explicações: o monumento poderá ter sido parte de uma domus suburbana ou poderá ter sido um santuário público para usufruo da comunidade.

Depois da Fonte do Ídolo, dirigimo-nos à Domus da Escola Velha da Sé. Vimos aí outro vídeo e voltamos a ter uma guia. Vimos estruturas de um edifício construído no séc. V d.C. Observamos restos de alicerces da muralha medieval, as várias divisões da casa e os vários mosaicos (ou o que resta deles). Em exposição tem alguns instrumentos que se usavam na época e desenhos dos mosaicos que lá estavam.

O último local a visitar foi as Termas Romanas do Alto da Cividade que foram construídas no inicio do séc.II. Este local foi descoberto no ano 1977. As termas destinavam-se, principalmente, às pessoas mais ricas, visto que aquele sítio era frequentado por gente de posses. Ali as pessoas cuidavam do seu corpo e usufruíam de espaços para banhos quentes, frios e massagens. Tinham também um sítio para o exercício físico, as palestras, que eram ao ar livre. Existia um espaço para as pessoas se despirem (apoditerium), uma sala de banhos frios (frigidarium), uma sala para troca de banhos frios e quentes (tepidarium) e uma sala para os banhos quentes (caldarium).

No fim voltámos para a Junta e assim acabámos mas uma manhã e a primeira semana, à qual todos nós sobrevivemos ; )

Xaninha, Monitora em Estágio


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Dia 07 de Julho

4º dia de actividade



No dia 07/07/2011 o objectivo do dia era visitar a Igreja da Senhora-a-Branca e a Igreja de S. Victor. Por volta das 09:45 saimos da Junta de Freguesia de S. Victor em direcção à Igreja da Senhora-a-Branca. Antes de fazermos o levantamento dos altares e fachada da Igreja ouvimos a história que explica o nome da dado à Igreja. Depois disso cada grupo passou a fazer o levantamento de informações sobre cada altar. No fim de cada grupo acabar o seu trabalho fomos ver a última descoberta na Igreja - duas colunas com mais de 600 anos, que até há pouco tempo estavam cobertas pelo reboco das paredes.

No final de vermos as colunas saimos da Igreja e dirigimo-nos para a Igreja de S. Victor, com o mesmo objectivo com que fomos para a Igreja Senhora-a-Branca - levantar informações sobre os altares e imagens que fazem parte da Igreja. Mas antes disso ouvimos a história da morte de S. Victor, como e porquê...a história está representada nos painéis de azulejos localizados na parte do altar da Igreja.

Depois de todos os grupos acabarem o seu trabalho fomos até ao Largo da Senhora-a-Branca para fazermos duas dinâmicas de grupo, um novo jogo em que fazemos de árvores e mais uma vez o jogo do “Nó”.

E isto foi o 4º Dia de Actividade do “Nosso Patrimonio”.

João Duarte @k@Ratão

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Dia 06 de Julho

3º dia de actividade



Hoje, dia 6 de Julho de 2011, os jovens cooperante saíram da Junta de Freguesia de São Victor pelas 10 horas, aproximadamente, e dirigiram-se a dois templos pertencentes à vida de São Victor - a Capela de São Victor-o-Velho, onde São Victor terá sido degolado e Capela São Victor-o-Mártir, onde terá São Victor nascido/vivido.

Na primeira capela que visitámos, a Capela de São Victor-o-Velho, pudemos conhecer a história da Capela e realizar a actividade de estudo sobre esta,como fotografar pontos importantes, retirar medições e detalhes sobre monumentos presentes na Capela,etc...

Após terminarmos, voltámos à estrada e, passados pouco mais de dez minutos, chegamos à segunda Capela e, tal como na primeira, pudemos conhecer a sua história e fazer trabalho de pesquisa e recolher dados sobre a mesma. Quando terminamos fizemos o caminho de regresso para a Junta de Freguesia De São Victor e, assim terminou  mais um bom dia para os Jovens Cooperantes da JovemCoop.

Vera Ferreira
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Dia 05 de Julho

2º dia de actividade



Hoje fomos visitar o Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa.

Em primeiro lugar começamos por visitar o local onde os objectos encontrados são limpos e reconstruídos. Estes objectos precisam de ser tratados com cuidado e rigor, desde a limpeza à identificação.

Com as dúvidas tiradas e aquela parte da visita concluída fomos para o museu.

Lá vimos variadíssimas coisas. Na exposição temporária estavam objectos em vidro que os romanos usavam para a medicina, cosmética, para o dia-a-dia, bijutaria e para a morte.

Já na exposição permanente descobrimos que os arqueólogos em Braga não encontram objectos em madeira pois o solo é muito ácido e húmido.

Havia muitos objectos em cerâmica e estátuas.

Vimos miliários que são estruturas em pedra que tinham como finalidade indicar as milhas. Também vimos objectos em pedra que eram utilizados pelos primórdios para cortar a carne, caçar…

Havia também maquetas que representavam casas onde os romanos faziam exercício físico e depois banhavam-se em três piscinas desde a mais fria à mais quente. Depois disso eles podiam ir fazer uma massagem, conversar sobre o quotidiano ou negócios.

Mas o que mais me fascinou no museu foram os vestígios de uma habitação que foi descoberta durante as escavações arqueológicas, na construção do edifício. Essa casa tinha um chão constituído por mosaicos geométricos com as cores preto e branco. Ainda existe pouca informação sobre isso pois ainda está a ser estudada.

O museu D. Diogo de Sousa é repleto de coisas fascinantes que desperta o interesse de todas as pessoas. 

Tânia Freitas

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Dia 04 de Julho

1º dia de actividade


Ponto de encontro na Junta de Freguesia de S.Victor, com mais um grupo de pessoal espectacular que se juntou para mais uma edição do Património. Como sempre, começámos por ouvir o CoGe , que nos explicou um pouco do que íamos fazer durante este mês.
De seguida, fomos para o largo da Srª-a-Branca, fazer uns jogos para melhorar a dinâmica de grupo, para nos conhecermos melhor uns aos outros e também para nos familiarizarmos.
Como por exemplo, formar 2